Um amor itinerante

Eu me lembro de pegar o ônibus pontualmente às 18h todos os dias, voltando do trabalho. Para minha sorte, uma linda garota (que viria a se tornar a minha querida esposa) também aguardava o ônibus no mesmo local. Como era de se esperar, certas vezes sentávamos lado a lado, mas a minha timidez não permitia que eu falasse com ela. Aquilo me angustiava muito. Depois de um bom tempo sem coragem para falar com ela, já havia perdido as esperanças. Um belo dia, eu estava sentado em uma das cadeiras e reparei que ela não havia conseguido um lugar para sentar. Não pensei duas vezes e logo lhe ofereci o meu lugar. Conversa vai, conversa vem, marcamos um encontro, e então começamos a namorar.

O ônibus acabou se tornando o nosso lugar romântico, e depois de 3 anos de namoro, resolvi preparar uma surpresa para ela. Conversei com o motorista e o cobrador, e fizemos uma armação para ela. No momento em que ela foi passar pela catraca, o cobrador disse que ela não poderia passar, pois havia um problema com o seu cartão. Foi nesse momento que eu a surpreendi , lhe mostrei a aliança e fiz o grande pedido. Ela disse sim, e três meses depois estávamos nos casando.

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