Chuveiro que reutiliza água no banho é capaz de economizar R$ 3 mil por ano | Ecodesenvolvimento

Economia de água e no bolso para os proprietário deste singelo chuveiro. Singelo? Nem tanto, ele tem uma bomba que permite que a água dos banhos seja reutilizada. Vamos ver como ele funciona?

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Sistema utiliza bombas para levar a água que cai no ralo de volta para o chuveiro

Grande vilão da conta de luz, o chuveiro elétrico (em versões mais ambientalmente corretas) já foi notícia inúmeras vezes aqui no EcoD. Mostramos, por exemplo, um modelo que avisa que o tempo do banho acabou, outro que vem equipado com plantas que filtram a água e até um made in Brasil, produzido por um casal de brasileiros.

Mas como a sustentabilidade é um caminho sem fim (ainda bem!), inovações sempre estão por vir. Uma empresa sueca criou um chuveiro capaz de economizar até 90% de água e 80% de energia, graças a uma tecnologia capaz de reciclar a água e, posteriormente, purificar o recurso – com qualidade até para ser ingerida.

O sistema utiliza bombas para levar a água que cai no ralo de volta para o chuveiro. O líquido é descartado após o banho.

chuveiro-economia-suecia

Segundo estimativa da Orbital Systems, o chuveiro economizaria US$ 1.259,81 (R$ 3.014,73) por ano na conta de água e energia na cidade de São Paulo.

O cálculo levou em consideração quatro banhos diários de dez minutos cada. No site da empresa da Suécia, é possível fazer o cálculo médio da economia em 23 cidades.

No caso de São Paulo, o custo da água no ano seria de US$ 394,20 contra US$ 58,18 com o uso da tecnologia.

Já no caso da energia, o valor cairia de US$ 1.298,40 para US$ 324,60. Confira o cálculo aqui. Não há previsão de venda do produto no Brasil.

Desperdício de água

Um quarto da água captada pela Sabesp na Grande São Paulo é perdida no trajeto entre a represa e a caixa de água das casas e dos edifícios. Se tanta água não fosse perdida (2 milhões de metros cúbicos/dia), a crise pela falta de chuva no sistema Cantareira seria menor, assim como a ameaça de racionamento para 9,8 milhões de pessoas.

Dos 24,7% de perdas registradas em 2013, aproximadamente 60% são devido a vazamentos na rede. Os 40% restantes são decorrentes dos chamados “gatos” (furtos de água via ligações clandestinas).

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